sexta-feira, 31 de julho de 2009

Sacolas plásticas descartáveis

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Desde a década de 1950 se produz sacolas plásticas. Como não se degradam facilmente na natureza, grande parte delas ainda vai continuar por mais de 300 anos por aí.

Se calcula que 1 trilhão de sacolas plásticas são produzidas pelo mundo. No Brasil são mais de 12 bilhões todos os anos, e 80% utilizadas uma única vez.






As sacolas plásticas são leves e voam por aí, são encontradas:
  • entupindo bueiros e esgotos – causando enchentes
  • no estômago de tartarugas marinhas, baleias, focas e golfinhos – mortos por sufocamento.




Várias redes de supermercados do Brasil e do mundo já estão usando caixas de papelão ou sacolas de pano (à venda), para transportar as mercadorias.


As sacolas plásticas descartáveis são gratuitas para os consumidores, mas têm um custo incalculável para o meio ambiente.

Origem: Revista Super Interessante – edição 268 – ago 2009

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Alcachofra

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Nome Científico: Cynara scolymus
Nome Popular: Alcachofra, alcachofra-globosa
Origem: Europa e África
Ciclo de Vida: Perene (dá o ano todo)






A alcachofra é uma planta herbácea, nativa da região mediterrânea:
  • sul da Europa e
  • norte da África
É uma espécie perene, clima temperado, rebrota todos os anos após o inverno. Apresenta folhas dispostas em roseta, longas, com cerca de um metro de comprimento, espinhentas, profundamente lobadas, de coloração verde-clara na face superior e pubescentes na superfície inferior. Do centro da planta surge uma haste floral alongada, onde são produzidos as alcachofras, que são inflorescências grandes, do tipo capítulo, reunindo numerosas flores púrpuras e cobertas de grossas brácteas membranáceas.

As partes comestíveis da alcachofra são as brácteas – conhecidas popularmente por escamas ou pétalas, que apresentam uma base carnosa, e se inserem em um receptáculo também carnoso, achatado e comestível. As principais variedades de alcachofra são:
  1. Violeta de Provença,
  2. Roxa de São Roque,
  3. Verde Laon,
  4. Camus da Bretanha
  5. Roxa da Romanha

Modo de preparo
As alcachofras devem ser colhidas antes da abertura das flores, com as brácteas ainda aderidas e arroxeadas, pois tornam-se muito duras depois. Elas podem ser preparadas cozidas ou assadas em diversos pratos quentes ou até mesmo em deliciosas conservas. Os "espinhos" das brácteas só devem ser retirados após o cozimento, onde se chega ao "coração ou fundo da alcachofra" É uma hortaliça muito nutritiva, saborosa e requintada, valorizando refeições especiais. Pode ser plantada também como ornamental, principalmente como flor de corte, durante o florescimento.




Propriedades
As alcachofras foram trazidas para o Brasil pelos imigrantes europeus, há cerca de 100 anos. A maioria dos nutricionistas concorda: o ideal é consumir a alcachofra no mesmo dia da compra, pois ela começa a perder suas qualidades logo depois de colhida. Na hora da compra, recomenda-se escolher as que apresentarem talo longo e inflorescência firme e bem arroxeada. Outro detalhe: recomenda-se consumir a planta logo após o cozimento ou preparo, para melhor aproveitamento de suas propriedades medicinais e nutricionais: a cada 100g comestíveis, encontramos boas doses de vitaminas do complexo B, potássio, cálcio, fósforo, iodo, sódio, magnésio e ferro. A lista de suas qualidades terapêuticas também é digna de registro. Para começar, o sabor amargo estimula as secreções digestivas. A água do cozimento da alcachofra é um verdadeiro chá de efeito diurético, estimulante da vesícula biliar e ativador da digestão. As alcachofras sempre tiveram suas propriedades reconhecidas. Na Antigüidade, elas já eram utilizadas pelos médicos no preparo de medicamentos contra a febre, doenças do fígado, reumatismo e até como antidepressivo. Mas convém contar uma passagem não tão gloriosa desta planta: ao que parece, por volta do século XVI, o consumo da alcachofra na França chegou a ser proibido para mulheres. É que a esposa do rei Henrique II, a italiana Catarina de Médicis, adorava alcachofras e corria a fama de que a iguaria era um poderoso afrodisíaco. O comportamento da esposa do rei não devia ser muito exemplar, pois, juntando uma coisa com a outra, acharam que as damas não deviam comer alcachofras e viram por bem, proibir o consumo apenas pelas mulheres.


Cultivo

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, bem drenável e enriquecido com matéria orgânica. Planta tolerante ao calor, porém não produz botões florais em climas quentes, necessitando de frio para o florescimento. Floresce em climas subtropicais e temperados. O solo para o plantio deve estar bem arejado, profundo e fofo, para o pleno desenvolvimento das raízes que são muito profundas. Multiplica-se por sementes, mas principalmente por divisão das mudas formadas entorno da planta mãe.



Fonte: Jardineiro.net e jardimdeflores.com.br

Varal

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Sempre me encantou varal, roupas penduradas ao vento, se aquecendo ao sol. Nunca imaginei que outras pessoas também se encantavam com isso. Essas imagens acima encontrei em um lindo blog inspirado em maravilhosas imagens de varal. Vale a pena dar uma passadinha lá para conhecer... admiradores de varais

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Brasil é octa na Liga Mundial de Vôlei

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Renovada, seleção se impõe na Sérvia, vence sua oitava Liga e retorna ao topo


Em final dramática no tie-break, equipe de Bernardinho supera os donos da casa, a péssima arbitragem e empata com a Itália em número de títulos.

Bruninho diz: ‘Jogaram moedas e isqueiros na gente, mas não amarelamos’

Sérginho do Brasil, recebe prêmio de melhor jogador do campeonato, fato inédito se tratando da posição de líbero.


Resultado Final
Brasil CAMPEÃO
Sérvia 2º lugar
Rússia 3º lugar
Cuba 4º lugar

Origem: globoesporte.com

domingo, 26 de julho de 2009

Arte Brasileira – Elena Nikítina

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Os temas de seus quadros se enclausuram em figuras antigas e na representação dos objetos de seu próprio ateliê.
Origem: BRASILIANart book

Natureza Silenciosa


Para uma artesã como Elena Nikítina, o universo da pintura não tem mistérios; ela possui total domínio da técnica. Além do mais, ela não é uma pintora ansiosa que se força a pintar um quadro por dia, sem cerimônia. Os quadros de Elena levam tempo, seu trabalho é paciente, moroso, meticuloso, detalhista, perfeccionista, porque seu centro de interesse pictórico reside na representação real da figura. As guaches que faz, de tamanho pequeno, custam-lhe um tempo menor; já os óleos, ela os faz, em média, cerca de nove por ano.


Ocaso


Há em sua obra uma forte influência das pinturas germânica e flamenga dos séculos XVI e XVII. As cenas de pintura dos interiores (de seu próprio ateliê), agrupam objetos não com a intenção de criar o clima específico de uma natureza morta. Basta que o visitante os analise com atenção para verificar que as formas dos objetos e as cores usadas pela artista têm, acima de tudo, a função de construção do espaço pictórico. O desenho e a cor de uma fruta entram na tela para cumprir papéis formais e pictóricos de composição.

Avançando um pouco mais nessa linha de reflexão, não será difícil perceber que os gostos de Elena, suas lembranças e suas paixões são flagradas em suas telas com a maior facilidade. A escrita musical, as personagens antigas, os objetos de estimação e aqueles que compõem sua vida compõem um discurso plástico que revela seu universo afetivo.


No silêncio do verão


Intrigam também seus retratos anônimos. Eles não têm tempo. São feitos hoje, mas poderiam ter sido criados também há um século. Há um gosto neoclássico na execução dos cabelos e dos paramentos das indumentárias das mulheres, posando altivas para a posteridade. O curioso é que nesses retratos há um pouco dos muitos rostos que passaram pela vida de Elena Nikítina. Ela os faz antigos porque gosta de fazê-los assim. Claro que ela navega contra a corrente da multidão do neo-alguma coisa e dos novismos estéticos: ela, porém, está aceitando, um desafio, está atendendo a um desejo de ser artista como quer sê-lo, explicando-o alegremente em sua obra. (Radha Abramo)
 
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