terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Arco de Tito

0 comentários


O Arco de Tito é um Arco Triunfal, erigido em comemoração à conquista de Jerusalém. O Imperador Tito Flávio, filho do imperador Vespasiano, comandou as legiões romanas que ocuparam a capital da Judéia em 1 de agosto de 67. Com esta ocupação teve início a destruição do Templo de Jerusalém, que seria concluída no ano 70 – acontecimento que foi considerado a realização de uma das profecias de Jesus Cristo.








– Vê-se esculpido no arco:

  • a Mesa do Pão Ázimo,
  • as trombetas de prata,
  • a Menorá,
  • o candelabro de 7 braços;
  • símbolos do Judaísmo.

Inteiramente em mármore, o Arco é o mais célebre de Roma. Situa-se no Fórum Romano e foi construído em 81, medindo 15,4 m de altura, 13,5 m de largura e 4,75 m de profundidade.



– Nele consta a seguinte inscrição:
SENATVS
POPVLVSQVE·ROMANVS
DIVO·TITO·DIVI·VESPASIANI·F(ILIO)
VESPASIANO·AVGVSTO


"Do Senado e do povo romano para o divino Tito, filho do divino Vespasiano, Vespasiano Augusto".



Os judeus, de Roma ou de qualquer lugar, nunca passaram embaixo do Arco de Tito, até 1948, quando o Estado de Israel foi fundado. Nesta ocasião os judeus de Roma fizeram uma grande parada e passaram embaixo do arco, comemorando a reconquista de sua terra e, claro, a sua sobrevivência ao Império Romano.

Origem: Wikipédia

domingo, 27 de dezembro de 2009

Como a Bíblia se divide

0 comentários

Para os Judeus
"Antigo Testamento" é uma expressão cristã. Os judeus chamam esses textos compostos entre os séculos XII aC e II aC de Tanakh, um acrônimo para as três partes de sua Bíblia:
  • Torá, ou os livros da Lei, subdividida em Gênese, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.
  • Neviim, ou os livros dos Profetas, subdividido em Josué, Juízes, Samuel, Reis, Isaías, Jeremias, Ezequiel e Profetas Menores.
  • Ketuvim, os Escritos, subdividido em Salmos, Provérbios, Jó, Cântico dos Cânticos, Ruth, Lamentações, Eclesiastes, Esther, Daniel, Ezra, Crônicas.


Para os Protestantes
– O Velho Testamento
Parece mais com a Tanakh judaica que com o Velho Testamento da Bíblia católica, já que a maioria dos ramos protestantes e evangélicos não aceita os livros deuterocanônicos como parte de sua doutrina. Para eles, esses livros são apócrifos, destituídos de autoridade e legitimidade canônica.

– O Novo Testamento
É em geral, o mesmo usado pelos católicos.



Para os Católicos
– O Antigo Testamento
Contém todos os livros aceitos pelos judeus, sua ordem, interpretação e também a ênfase que é dada a cada um deles possam variar. Além disso, o Antigo Testamento católico inclui os chamados livros deuterocanônicos, ou do "cânone posterior". São eles:
  • Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Sirácides ou Eclesiático, Baruque, Acréscimos Gregos a Esther, Acréscimos Gregos a Daniel.
  • As Igrejas Ortodoxas Grega e Russa reconhecem outros livros deuterocanônicos ainda: 1 Esdras e Oração de Manasseh, além do Salmo 151.

–
O Novo Testamento
O volume que cinde as tradições judaica e cristã é composto de 27 livros, divididos em quatro gêneros de literatura:
  • Os Evangelhos sinópticos (que compõem uma história) de Mateus, Marcos, Lucas e João, mais Atos dos Apóstolos.
  • As Epístolas Paulinas, ou as cartas em que São Paulo, um judeu das classes altas que perseguia os cristãos até se converter à sua religião, se dirige aos romanos, aos coríntios e aos tessalônicos, entre outros.
  • As Epístolas Gerais ou Judaicas, entre as quais se inclui o Apocalipse do apóstolo João
  • Apocalipse



Origem: Revista Veja - 23 dez 2009 - ed. 2144 - ano 42 - nº 51

sábado, 26 de dezembro de 2009

Ano Novo

0 comentários

O Ano-Novo é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas as culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração do evento é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo réveiller, que em português significa "despertar".



A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o '1 de janeiro' como o Dia do Ano-Novo em 46 aC. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces – uma voltada para frente e a outra para trás –
Curiosidades:
  • No Egito antigo, 3750 anos antes de Cristo, a estrela Sirius alinhava-se com a estrela Canopus no rumo Sul ao centro da Via Láctea; exatamente a zero hora sobre as Pirâmides de Guizé.
  • O calendário egípcio deu lugar ao cristão.



Origem: Wikipédia

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Tarô

0 comentários



Quando manuseamos um baralho de Tarot, não nos damos conta da história artística que o trouxe até os dias atuais. Apenas adquirimos o baralho de nosso interesse, pagamos por ele e o utilizamos. Essa facilidade nos distancia da verdadeira essência que torna o baralho único, outrora imaginado, intuido, inspirado por artistas que deixaram seu marco criativo impresso nas lâminas. Com a quantidade de baralhos no mercado hoje (existem mais de 8.000 catalogados), podemos pensar que se tornaram verdadeiras "galerias de arte" dinâmicas, apropriadas a cada gosto e estilo.








Século XIV
Dando um pulo no passado, descobriremos curiosidades em relação às criações do famoso baralho. Com a escassez de recursos, todo trabalho executado era uma verdadeira obra de artesão. Reportamo-nos ao ano de 1392, na França. Um modesto artesão de nome Jacquemin Gringonneur, desenha a pedido do Rei Carlos I, o mais antigo Tarot que se tem preservado. Todo trabalho manualmente desenvolvido, com folhas de ouro, tintas apropriadamente preparadas, estilo inconfundível, fez do «Tarot de Gringonneur» uma peça valiosíssima, que pode ser encontrada ainda hoje no Museu da Biblioteca Municipal de Paris, restando apenas 17 Arcanos. Apesar de não conter nomes e números, as lâminas realmente pertencem a um baralho de Tarot. Todo trabalho foi feito meticulosamente, com o capricho digno de um rei. Podemos pensar que só os nobres tinham acesso a tal trabalho, já que todo processo de confecção o encarecia muito.

Durante o período do século XIV, os artesãos de cartas não compunham um grupo expressivo, sendo eles contratados na sua maioria por nobres para a encomenda de obras artísticas, dando-os a única alternativa de se unir a outros grupos maiores. No período final do mesmo século, já havia uma significativa mudança nas criações dos baralhos, utilizando-se colagem e corte do papel mais aperfeiçoado, aumento das combinações de cores, durabilidade das lâminas, etc.


Século XV
Ainda podemos encontrar nos alfarrábios, outro antigo baralho de Tarot, o «Visconti-Sforzi» ricamente ilustrado, feito também artesanalmente por Bonifácio Bembo, em fundo de ouro, prata e vermelho, adquirido pelo Duque de Milão, Fillipo Maria Visconti, por volta de 1450 (Cremona na Itália), na ocasião do enlace matrimonial de sua filha, Bianca Maria Visconti com Francesco Sforza, aproximando a disposição original dos 78 Arcanos. O baralho está dividido pelo mundo: uma parte na Biblioteca Piermont de Nova Iorque e outra parte entre colecionadores. A arte comporta no baralho é inconfudivelmente medieval, lembrando o estilo das iluminuras dos livros sagrados da época.

No princípio do século XV, começa a ser empregada uma técnica que viria a revolucionar as demais: a máscara, que consistia em padrões ou moldes perfurados e entalhados. Acredita-se que esse processo deu origem à xilografia, técnica que permitia gravar a partir de um bloco de madeira, funcionando como um carimbo. Todo esse "pulo tecnológico" surgiu da necessidade de não mais os artesãos se exporem a compostos químicos de suas tintas (que matava muitos por processo cancerígeno), bem como as doenças respiratórias provocadas pelo mofo do papel e os ferimentos causados pelas ferramentas rústicas que utilizavam para cortar o papel e que, volta e meia, levava também um dedo (dentre outros problemas como cegueira, lesões por esforço repetitivo, etc). As lâminas não possuíam nomes ou numerações.


Século XVI
Surgiram diversos baralhos, denominados Tarocchinos (ou Taroccos), principalmente na Itália, França e Espanha. A preocupação com a arte nessa época começou a se estender ao dorso das lâminas. O desenho composto por múltiplas linhas cruzadas diagonalmente e de diversos tamanhos, foi batizada pelos franceses de Tarotée (uma das possíveis etimologias da palavra Tarot) e outro desenho (raramente utilizado) denominado Tares, era composto por pingos ou respingos, feitos normalmente em prata. A arte composta nas lâminas ainda possuía fortes traços geométricos, tornando as figuras humanas "quadradas" e as cores não possuíam "o vivo" encontrado séculos depois.


Século XVII
Um novo rumo começou a acontecer em relação à criação das lâminas por volta do século XVII, quando a Europa vivia a forte influência da cultura cigana. Os ciganos, ligados ao colorido forte (encontrado principalmente em suas vestimentas), determinaram a evolução artística do Tarot: as lâminas começaram a ganhar tons mais alegres e menos sombrios. Nessa época a proliferação dos métodos advinhatórios, começou a despertar na mente dos artistas, muita imaginação. Acredita-se que por volta do final desse século é que tenha surgido o Tarot de Marselha. A técnica utilizada é a xilografia (desde o século XV) e nesse período o avanço gráfico foi primordial (o que influenciou Gutenberg, com a criação da imprensa). O Tarot de Marselha possui traços inconfundíveis (que influenciaram outros artistas). As figuras eram entalhadas na madeira ao contrário e o artista se perdia, possuindo nomes, números, compondo um grupo de 78 Arcanos (clássicos) e tendo maior profusão de cores. Infelizmente, pela forte influência política francesa, o Tarô de Marselha perdeu sua estrutura original de cores e adquiriu na maior parte de seus detalhes, as cores da bandeira francesa.


Século XVIII
Por volta do ano de 1796, o alemão Alois (ou Aloys) Senefelder desenvolve uma técnica denominada litografia (ou litogravura). Essa técnica consistia numa impressão baseada no fenômeno físico-químico da repulsão entre a água e os materiais mais gordurosos, já que não podem se misturar. A imagem era desenhada em uma pedras (pedra litográfica) ou numa placa metálica (zinco, por exemplo). Para fazer esse desenho empregava-se uma substância oleosa. Depois de terminado, realizava-se fixação com ácido nítrico dissolvido em água-forte e goma arábica. O ácido nítrico abria os poros da pedra, permitindo que esta absorvesse a gordura, enquanto a goma arábica realizava a tarefa básica de fixação. Desse modo, obtinha-se uma superfície com algumas áreas cobertas por uma película que não dissolvia. A imagem fixada atraía a tinta oleosa e rpelia a água, motivo pelo qual, quando a pedra era umedecida com um esponja e se passava sobre ela um rolo impregnado de tinta oleosa de impressão, a tinta aderia no desenho e não no restante da pedra molhada. O processo era complexo e exigia equipe muito preparada para tal feito. Muitos baralhos comuns foram feitos a partir dessa técnica e somente alguns de Tarot. A impressão era normalmente o preto sobre o branco, mas com uma grande riqueza de detalhes. Por volta do século XVIII eram oferecidos cursos de litografia e a era da xilografia parecia que começava a terminar. Com o advento da imprensa, os rumos da arte do Tarot mudaram por completo. Para se Ter uma pequena idéia do salto que ocorreu, no século XV só havia 3 fabricantes oficiais de Tarot (Itália, Alemanha e Bélgica); no século XVI, 8 fabricantes (mais a França); no século XVII, 11 fabricantes e no século XVIII, o incrível número de 196 !!!! Um salto e tanto !


Século XIX
Por volta do século XIX, com um número total de 484 produtores de Tarot em toda a Europa, muitos baralhos surgiram confeccionados com uma grande riqueza de detalhes. Com a proliferação do veio ocultista do Tarot no século anterior, muitos baralhos surgiram com símbolos astrológicos, letras hebraicas, glifos mágicos, etc. Baralhos como Grimaud, Eteilla, Oswald Wirth, dentre outros já possuíam particularidades próprias de seus criadores. Com certeza a imprensa foi uma das grandes maravilhas do milênio!


Século XX
A ousadia dos artistas e seus criadores, levaram a uma grande gama de baralhos que são até hoje, fenômenos de venda. A explosão artística tomou fortes rumos no princípio do século XX, quando muitas ordens ocultistas influenciaram definitivamente o pensamento dos criadores e artistas. Por volta de 1920 é criado o Rider Tarot, idealizado por Arthur Edward. Esse Tarot trouxe um conceito artístico revolucionário: possui uma vasta ilustração em seus Arcanos Menores. As cores do Rider, trabalhadas pela inspiração da jamaicana Pamela Colman Smith, são vivas, alegres e os traços e desenhos, lembram a fase renascentista. Esse baralho é o segundo mais vendido hoje e um dos que mais influenciaram outros artistas ( o primeiro é o de Marselha).

Não podemos deixar de citar o Toth Tarot, de Aleister Crowley, que levou 5 anos (1938 a 1943) para ser concluído, artisticamente ilustrado pelas mão de Lady Frieda Harris. A arte tem ares surrealista, forte composição e combinação de cores, dando uma "sensação hipnótica", como relatam alguns.

Muitos Tarots criados ainda nesse século trazem a idealização e intensa corrente de pensamento de seus criadores. O material utilizado pelos artistas vai do bico de pena ao carvão, do lápis a hidrocor, da aquarela à tinta a óleo. O que importa é a sensibilidade envolvida !






terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Feng Shui e os festejos de fim de ano

0 comentários


  1. Em novembro, devemos começar a preparar a casa para o novo ano que se aproxima. E o preparo começa com a REMOÇÃO do que se tornou INÚTIL, está IMPERFEITO e provoca LEMBRANÇAS RUINS... Assim, deve-se selecionar o que desejamos manter na nossa casa: roupas, calçados, CDs, livros, bijuterias, objetos diversos, fotos, etc..
  2. É preciso mudar a "cara" da casa. Vários aspectos podem ser examinados: trocar quadros de lugar; renovar as fotos dos porta-retratos; modificar a arrumação dos móveis – exemplo: trocar uma poltrona de lugar; pintar paredes que necessitem disso ou escolher uma parede para ganhar uma nova cor. Uma ação muito importante: renovar as plantas do interior da casa, levar as atuais para a varanda ou o jardim, e decorar a sala com novas plantas. Se possível, pôr uma orquídea em algum ponto da sala. A orquídea é a flor mais positiva que existe.
  3. Utilizar elementos decorativos próprios das Festas. E fruteiras com maçãs, laranjas, tangerinas, uvas, caquis; pratos com frutas secas, como damasco, tâmaras, uvas-passas, etc. Tudo isso é símbolo de Prosperidade.
  4. No Natal, cuidar para que a noite seja de paz, alegre, com a família e amigos reunidos para celebrar o nascimento de Cristo. Porque este é o motivo dos festejos e, não, a distribuição de presentes.
  5. No Réveillon, muita alegria, mesa farta, casa totalmente ILUMINADA, portas e janelas ABERTAS, para que o ano de 2009 se despeça com festejos; e que o ano de 2010 tenha as boas-vindas como a Esperança pede.
  6. Mas, além dessas dicas para a casa, é FUNDAMENTAL que todos se preparem emocionalmente! Terminar o ano torcendo para 2010 chegar logo porque "2009 foi uma droga", porque "não consegui o que queria", porque "aconteceu isso ou aquilo", é terminar o ano de modo triste, negativo. E ninguém merece se sentir assim. Então, recomendo que todos façam um exercício positivo, para terminar 2009 com alegria, agradecendo as pequenas vitórias, as conquistas, os encontros e reencontros. O fato de estar vivo e com saúde é o suficiente para se festejar? E, quem sabe das coisas, vai agradecer até as crises, porque, com elas, cresceram e se transformaram.
  7. Como curiosidade, no dia primeiro de janeiro, não se pede nada emprestado nem se empresta. E não se toca em tesouras. Tudo para preservar a Prosperidade e evitar dificuldades durante o ano!

(recebido por e-mail)

 
© 2008 Espaço dos anjos  |  Templates e Acessórios por Elke di Barros