sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Halloween

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O dia das bruxas teve origem há dois mil anos entre os povos celtas, sendo criada a partir da comemoração do festival de Samhain, na Irlanda. Esse festival era realizado entre 30 de outubro e 2 de novembro, marcando o fim do verão e o início do Ano-Novo. Com o passar do tempo se estabeleceu uma data fixa para a comemoração, adquirindo um novo significado, pois acreditavam que na noite de 31 de outubro as almas iam à Terra para possuir as pessoas, os celtas acreditavam que essa seria a única forma de vida após a morte. Por esso motivo a comemoração passou a ser chamada de Halloween (dia das bruxas, dia de todos os santos ou Encontro das Almas).
Crendo que as almas voltavam e possuíam as pessoas, os irlandeses, na noite o dia 31 de outubro, passaram a apagar as tochas e fogueiras de suas residências com o intuito de deixá-las frias e incômodas, se fantasiavam e estrepitosamente desfilavam pelo bairro, com o intuito de espantar as almas que procuravam corpos para possuí-los. Essa tradição chegou aos Estados Unidos em 1840, com a chegada de imigrantes irlandeses, esses fugiam da fome que assolava seu país. A data se tornou tão importante para o país, que foi estabelecido feriado nacional do Dia das Bruxas, sendo a festa norte-americana mais conhecida de todo o mundo. No Brasil essa festividade já não é tão conhecida, porém cada ano a sua popularidade aumenta, em especial através das escolas de inglês que promovem a comemoração com o intuito de obter maior interação entre os alunos e a língua.

Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender

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Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado
para pensar: aprenda a fazer bonito o seu amor.
Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito.
Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito.
Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por aí, Amores mesmo, bravios, gigantescos,
descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e
dádiva, mas esbarram na dificuldade de se tornar bonito.
Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho,
cuidado e atenção.
Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.

Aí esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais
de repente se percebeu ameaçados apenas e tão somente
porque não sabem ser bonitos: cobram; exigem;
rotinizam; descuidam; reclamam; deixam de compreender;
necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem;
enchem-se de razões. Sim, de razões.
Ter razão é o maior perigo no amor.
Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reinvindicar,
de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está
sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não
possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo:
em geral enfeia o amor, pois é invocado com justiça mas na hora
errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.

Ponha a mão na consciência. Você tem certeza que está fazendo o
seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação,
do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro,
a maior beleza possível? Talvez não. Cheio ou cheia de razões,
você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes
necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para
valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer.
Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito.
Sofrendo, deixa de ser alegre, igual criança.
E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.

Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia.
Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama.
Saia cantando e olhe alegre.
Recomendam-se: encabulamentos; ser pego em flagrante gostando;
não se cansar de olhar, e olhar; não atrapalhar a convivência com
teorizações; adiar sempre, se possível com beijos, “aquela conversa
importante que precisamos ter”, arquivar se possível, as reclamações
pela pouca atenção recebida.
Para quem ama toda atenção é sempre pouca.
Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda atenção possível.
Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.

Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que
vemos a vida como criança de nariz encostado na vitrine, cheia de
brinquedos dos nossos sonhos): não teorize sobre o amor, ame.
Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.
Não tenha mêdo exatamente de tudo o que você teme, como:
a sinceridade; não dar certo; depois vir a sofrer (sofrerá de
qualquer jeito); abrir o coração; contar a verdade do tamanho
do amor que sente.

Jogue pro alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas,
atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja
apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente
aquele você que a vida impede de ser.
Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs.
Falando besteiras, mas criando sempre. Gaguejando flores.
Sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil.
Revivendo os carinhos que instruiu em criança.
Sem mêdo de dizer, eu quero, eu gosto, eu estou com vontade.

Talvez aí você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o
seu amor, ou bonitar fazendo seu amor, ou amar fazendo o seu amor
bonito (a ordem das frases não altera o produto),
sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que
você é e nunca, deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível, ser.
Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto.
Não se preocupe mais com ele e suas definições.
Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala.
Cuide do cuidado. Cuide do carinho.
Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de
gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz.
(Arthur da Távola)

Quem sou eu

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Quem sou eu além daquele que fui?
Perdido entre florestas e sombras de ilusão
Guiado por pequenos passos invisíveis de amor
Jogado aos chutes pelo ódio do opressor
Salvo pelas mãos delicadas de anjos
Reerguido, mais forte, redimido,
Anjos salvei
Por justiça lutei
E o amor novamente busquei

Quem sou além daquele que quero ser?
Puro, sábio e de espírito em paz
Justo, mesmo que por um instante,
Forte, mesmo sem músculos,
E corajoso o suficiente para dizer “tenho medo”

Mas quem sou eu além daquele que aqui está?
Sou vários, menos este.
O que aqui estava, jamais está
E jamais estará
Sou eu o que fui e cada vez mais o que quero ser
Mudo, caio, ergo, sumo, apareço, bato, apanho, odeio, amo…
Mas no momento seguinte será diferente
Posso estar no caminho da perfeição
Cheio de imperfeições
Sou o que você vê…
Ou o que quero mostrar.
Mas se olhar por mais de um segundo,
Verá vários “eus”,
Eu o que fui, eu o que sou e eu o que serei.
(Christian Gurtner)

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

deu Kassab de novo

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O prefeito reeleito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), venceu em 41 das 57 zonas eleitorais da capital paulista no segundo turno das eleições. Já a candidata Marta Suplicy (PT) foi a mais votada nas outras 16 zonas eleitorais. A maior votação percentual do prefeito foi na 5ª Zona Eleitoral - Jardim Paulista, onde obteve 84,49% dos votos válidos. A candidata Marta Suplicy (PT) alcançou sua maior votação na 381ª Zona Eleitoral - Parelheiros, onde alcançou 76,77% dos votos válidos. O maior equilíbrio foi em Campo Limpo (328ª Zona Eleitoral) - Marta teve 50,4% dos votos válidos e Kassab, 49,6%. No final Kassab ficou com 60,72% e Marta com 39,28%.
André Luís Nery e Simone Harnik
Do G1, em São Paulo

sábado, 25 de outubro de 2008

 
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