sexta-feira, 29 de agosto de 2008

...volto logo!

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"Somos donos de nossos atos, mas não somos
donos de nossos sentimentos; somos culpados
pelo que fazemos, mas não somos culpados pelo
que sentimos; podemos prometer atos, não podemos
prometer sentimentos...
Atos são pássaros engaiolados,
sentimentos são pássaros em vôo".
(Mário Quintana)

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Romênia-um produto latino desconhecido pelos brasileiros

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A Roménia (português europeu) ou Romênia (português brasileiro) (em romeno: România) é um país da Europa Oriental, situada no Sul-Este da Europa Central, no norte da Península dos Balcâs, na bacia inferior do Danúbio, com saída para o Mar Negro, limitado a norte e a leste pela Ucrânia, a leste pela República da Moldávia e pelo mar Negro, a sul pela Bulgária e a oeste pela Sérvia e pela Hungria. A sua capital, e também maior metrópole, é a cidade de Bucareste.
A Romênia faz parte da União Européia desde 1º de janeiro de 2007. Seu território é o nono mais extenso da UE, e sua população a sétima maior. Também é membro da OTAN desde 29 de março de 2007. Além disso, compõe a União Latina, a Francofonia e a OSCE.

O nome Roménia vem de Roma ou do Império Romano (Oriental) e enfatiza as origens do país como província do Império Romano. Na Antiguidade Tardia, o Império Romano era frequentemente chamado de Romania em latim. Alguns historiadores afirmam que o Império Bizantino medieval deveria ser chamado propriamente de Romania, mas isso não foi aceito. O nome "Romania" também é usado para o grupo de terras europeias onde apareceram as línguas românicas.

Reino da Romênia
O título de Rei dos Romenos (em romeno, Regele Românilor), e não "Rei da Romênia" (em romeno, Regele României) era o título oficial do monarca da Romênia entre 1881 e 1947, quando foi proclamada a república no país.
A Romênia adquiriu sua independência em 1859, com a unificação da Valáquia e da Moldávia, então duas suseranias (estados) vassalas ao Império Otomano. Entre 1862 e 1881, o país era chamado de Principado da Romênia, e os soberanos usavam o título de príncipe (em romeno, Domnitor). O primeiro príncipe foi Alexandre João Cuza (em romeno,Alexandru Ioan Cuza), que acabou deposto pelos próprios romenos (por votação no parlamento) em 1866. O parlamento então convidou um príncipe alemão da dinastia Hohenzollern para ocupar o trono: Karl von Hohenzollern-Sigmaringen, que se tornou o Rei Carlos I (em romeno, Carol I).
Com o reconhecimento da independência do país do Império Otomano em 1878 no Congresso de Berlim, o Principado tornou-se um Reino e, em 1881, o príncipe adotou o título de Rei Carlos I da Romênia.

Lista dos monarcas da Romênia
Príncipes (Domnitor) da Romênia
Alexandre João Cuza - (1859-1866)
Carlos I (1866-1881)
Reis (rege) da Romênia
Carlos I (1881-1914)
Fernando (1914-1927)
Miguel (1927-1930) (sob regência)
Carlos II (1930-1940)
Miguel (1940-1947)


Superfície do país:  238.391 km2, ocupando o 13º. lugar na Europa..
O mapa da Romênia é bem semelhante ao mapa do Estado do Paraná.
Distribuição do relevo é muito harmoniosa: 31% montanhas, 36% colinas, 33% campos.
População: 21.680.976 habitantes, com uma densidade de 95,7 habitantes/km2, 55% população urbana.
Estrutura da população: 89,4% romenos, 10,6 % minorias étnicas (hungaros, alemães, ciganos, búlgaros, turcos judeus).
Religião predominante é ortodoxa ( 86,8% de população), mas existem também romano-católicos (4,7%), Reformados (3,2%) grego-católicos (1%).
Capital: Bucareste com uma população de 2.016.000 habitantes.
Língua oficial: romeno – a representante mais oriental da família das línguas românicas - subfamília itálica, procedente do latim falado na antigüidade nas províncias romanas da Dácia e Moesia. Línguas estrangeiras usuais: Inglês, Francês, Alemão.
Organização de estado: República, com um parlamento bicameral, eleito por uma legislatura de 4 anos.
Moeda: leu (plural lei) 1$=28.000 lei
Dia Nacional: 1 de Dezembro (a comemoração da União de todos os romenos num único Estado em 1918).
Produto Interno Bruto (1997): 30 bilhões $, e por habitantes 1.230 $. Peso de setor privado no PIB – 58%.
Número de empregados: 5.123.200, e de desempregados 881.435 (8,8% da população). Reformados 5.609.000.


  • História da Romênia
Na primeira metade do 1º. milênio a.c., no espaço carpato-danubiano-pôntico afirmam-se as tribos dos geto-dacios como ramo distinto dos Trácios, espaço povoado por elas se chamava Dácia. No período 70-44 a.c. as tribos dácios foram unidas sob o rei Burebista. O reino Dácio conhece máxima florescência no tempo do rei Decebal (87-106), quando o Império Romano, chegou ao apogeu com o imperador Trajano, que precisou de duas guerras duras (101-102 e 105-106) para o submeter e transformar a maior parte da Dácia em província romana.
O processo intenso de romanização, marcado pela assimilação definitiva do latim pelos Dácios autóctones, faz dos habitantes desse espaço, no primeiro milênio da nossa era o mais oriental dos povos românicos da Europa.
Os romenos que por seu nome (do lat. romanos), e por nome do país, Romania, conservaram a memória do cunho de Roma.
A Romênia é uma ilha latina num mar eslavo.

Entre os séculos IV a XIII o território romeno foi percorrido por ondas sucessivas de populações migratórias.
Na Idade Média os romenos, cristão ortodoxos, viveram separados em três principados: o País Romeno ( Valaquia), Moldávia e Transilvania, e tiveram como vizinhos grandes Impérios: Otomano, Habsburgo e Russo.
Em 1859, conseguiram se unir (Valaquia e Moldávia), e o novo Estado tomou o nome de Romênia.
Em 1877 a Romênia conquistou a independência e se transformou em reino em 1881.

Depois da primeira querra mundial sob o rei Ferdinant I, em 1 de Dezembro de 1918, se unirão ao pais a Bassarábia, Bucovina e Transilvania. A união nacional foi paga com mais de 800.000 mortos, feridos e desaparecidos durante a guerra.
Os dois decênios de florescimento econômico, político e cultural da Grande Romênia foram cruelmente interrompidos pelo desencadeamento da segunda guerra mundial.
Em 1940 a Romênia perdeu pelas amputações territoriais, um terço do seu território e da sua população.
Em 1945, depois de 4 anos de querra que resultaram na perda de 750.000 vidas, as tradições de quase um século, foram brutalmente cortadas, igual nos outros Estado do leste europeu, pela ocupação das tropas soviéticas e a instauração, à força, do regime comunista.

Em 1965 chegou ao poder Nicolae Ceausescu que instaurou uma ditadura tremenda, de um âmbito nunca igualado na história da Romênia.
A Romênia tornou-se cada vez mais isolada do resto do mundo nos anos "80".
A revolta popular de dezembro de 1989, derrubando o regime ditatorial, abriu a perspectiva de restauração da democracia, o regresso à econômia livre de mercado e a reintegração da Romênia no espaço político e cultural europeu do que fora separada decênios inteiros pela Cortina de Ferro.

  • A vida política da Romênia de hoje
A Romênia, conforme a Constituição de 1991 é um Estado nacional, soberano, e independente, unitário e indivisível, cuja forma de governo é a república.

A Romênia é um Estado de direito, democrático e social, em que a dignidade humana, os direitos e as liberdades cívicas, o livre desenvolvimento da personalidade humana, a justiça e o pluralismo político são valores supremos, garantidos pela Constituição, que também estipula a separação das três autoridades – legislativa, executiva e judicial.

O Presidente da Romênia é eleito por voto universal para 5 anos, podendo ser reeleito só uma vez. Presidente atual Traian Basescu, eleito em 20.12.2004.
Ele designa um candidato a função de primeiro-ministro e nomeia o governo em base do voto de confiança outorgado pelo Parlamento.

  • Relações internacionais e comércio exterior
A Romênia tem relações diplomáticas com 176 Estados, é membro da ONU e de muitas outras organizações internacionais.
A opção firme da Romênia pós-comunista foi de integrar as estruturas euro-atlanticas e européias (OTAN e U.E.), decisão apoiada tanto pelas forças políticas, como pela população. A Romênia tornou-se membro do Conselho da Europa em 1993, membro associado da U.E. em 1995.

O relacionamento com o Brasil, pais irmão latino, tem mais de 100 anos.
Foi em 1880 que e primeiro mensageiro diplomático romeno, o coronel Voinescu chegou no Brasil, como enviado extraordinário em missão especial, junto ao imperador Pedro II, que expressou "os sentimentos inalteráveis de simpatia que animam o soberano, o governo e a nação romena, em face do Império do Brasil".
Em resposta, dom Pedro II manifestou muita simpatia pela Romênia e destacou que "o desenvolvimento do Estado romeno é necessário ao equilíbrio europeu e oferece uma garantia de progresso e prosperidade para o Oriente".


A população romena tem o costume de freqüentar feiras em vez de ir às lojas. Essas feiras são geralmente artesanais. A Roménia é um país com um grande número de castelos, sendo alguns constituídos de madeira e muito bem conservados ao longo dos séculos. Esses castelos atraem muitos turistas durante todo o ano. O castelo mais visitado é o famoso Castelo de Bran onde, segundo a tradição, viveu o Conde Drácula.
Fonte:Wikipédia e Consulado Geral da Romênia no Rio de Janeiro

Todos os casais deveriam ler

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Aos casados há muito tempo, aos que não casaram, aos que vão casar, aos que acabaram de casar, aos que pensam em se separar, aos que acabaram de se separar, aos que pensam em voltar...
Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição
no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga.
Tudo o que todos querem é amar!
Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras.
Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata. Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado.
Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que? O amor. Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar.
O que sobra é o amor que todos conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho. É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja. O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.
Casaram. Te amo prá lá, te amo prá cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas. Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência.
Amor, só, não basta!
Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades.
Tem que saber levar. Amar, só, é pouco.
Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar. Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar.
Tem que ter um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem visando a longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança! Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou.
É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão. E que amar, "solamente", não basta.
Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado. O amor é grande mas não é dois. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.
Um bom Amor aos que já têm! Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós!
(Arthur da Távola)

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

sempre no meu coração

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Bernardinho chora e emociona o time
Técnico não resiste ao ver imagens da reação do time após a derrota. 'Foi a primeira vez que o vi assim', diz o filho Bruninho

Bernardinho chorou em público pela primeira vez na vida neste domingo em Pequim. Em visita ao estúdio da Rede Globo, ele deixou a emoção transbordar durante uma entrevista ao repórter Pedro Bassan.

O treinador começou a se emocionar ao ver imagens de Bruninho chorando ao fim da decisão contra os Estados Unidos. Quando o filho disse que chorou por não ter conseguido a medalha de ouro e falou dos exemplos de superação do time, o pai começou a chorar.

"Foi muita luta, mas foi uma jornada incrível. Quando você vê o filho chorando, fica difícil. Ou quando percebe outro jogador que pode estar sentindo culpa pela derrota. Tenho orgulho e honra de ter convivido com eles" - disse o treinador.

Para Bernardinho, ver o filho chorando após a derrota para os EUA neste domingo foi mais difícil do que perder o ouro em 1984, quando o Brasil também perdeu para os americanos na final olímpica. Na época, o técnico era levantador reserva da equipe.

"É sempre mais fácil lidar com a própria dor. E não tem como eu ir ali e abraçar como pai. Mas tenho orgulho dele por tudo o que ele fez. Espero que ele se torne o líder desta futura geração. Ele tem personalidade e talento para isso."

  • Elenco se emociona junto com treinador
Boa parte do elenco chorou junto com o treinador. André Nascimento soluçava e o levantador Marcelinho virou alvo de piadas do grupo por ter acabado com uma caixa de lenços de papel.

"Nunca tinha visto. A emoção foi muito forte por tudo. Não só pela derrota, mas pelo ciclo que acaba. Mas está todo mundo de parabéns pela coragem e pela determinação. Gostaria de dar uma medalha diferente pra ele, amanhã ele faz aniversário. Quem chorou não foi o meu pai. Foi o pai de todos. Nos últimos anos, ele passou muito mais tempo com eles do que comigo e se tornou pai ou irmão mais velho de muitos" - disse Bruninho.

  • Princípios devem ser mantidos sempre
Com a voz embargada, o técnico Bernardinho pediu aos que permanecerem no grupo para o próximo ciclo olímpico, que mantenham os princípios seguidos nos últimos oito anos.

"Quero que aqueles que continuem empunham essas bandeiras, que os valores mostrados, a integridade, os princípios, que eles jamais sejam maculados, qualquer que seja o motivo. Não há uma vitória sem honra. E essa medalha de prata foi vencida com honra."

O levantador Marcelinho mereceu uma atenção especial de Bernardinho, que elogiou a postura do seu levantador. Marcelinho substituiu Ricardinho após o corte polêmico do antigo dono da posição, e sofreu a pressão de entrar no lugar daquele que era apontado como o melhor levantador do mundo.

"Fico preocupado com o Marcelo, porque as pessoas vão perguntar o que eu vou dizer a ele. Eu vou dizer: “Obrigado”. Porque ele superou uma pressão enorme, ele fez o papel dele maravilhosamente bem, mostrou caráter, mostrou que é uma peça importantíssima."


"Não há uma vitória sem honra. 
E essa medalha de prata foi 
vencida com honra"    Bernardinho


André Amaral e Thiago Lavinas-globoesporte.com/

domingo, 24 de agosto de 2008

acabou assim...

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Campanha brasileira em Pequim 2008
Superamos a quantidade de medalhas de 2004,
mas em menor número de medalhas de ouro.

3       4       8

* 3 ouro:  natação (Cesar Cielo)
               atletismo (Maurren Maggi)
               volei feminino de quadra

* 4 prata: vela (masculino)
               futebol feminino
               volei praia masculino
               volei masculino de quadra

* 8 bronze: judô (1 fem. e 2 masc.)
                  natação (Cesar Cielo)
                  vela (feminino)
                  volei praia masculino
                  futebol masculino
                  taekwondo (feminino)


 
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